A empresa especializada em soluções de dados, IA e hiperautomação para governo e grandes empresas, Vert Analytics, identifica um obstáculo recorrente em projetos de automação de grande porte: processos operacionais que dependem de sistemas legados antigos, difíceis de substituir sem risco operacional, mas que também impedem a automação de ponta a ponta enquanto continuam sendo operados manualmente em etapas críticas.
Diante desse cenário, a Vert Analytics aplica o MAIN, sua solução própria de inteligência artificial para agentes autônomos e hiperautomação, que analisa o contexto de cada etapa do processo, decide o encaminhamento adequado e executa o fluxo completo, integrando-se aos sistemas legados já existentes, sem exigir a substituição da infraestrutura em produção.
Por que sistemas legados dificultam a automação de processos?
Sistemas legados costumam concentrar regras de negócio acumuladas ao longo de anos, muitas vezes documentadas de forma incompleta e conhecidas apenas por parte da equipe operacional. Substituir esses sistemas por completo é caro, demorado e arriscado, já que qualquer falha pode interromper processos críticos para a operação da organização.
Por outro lado, manter etapas inteiras dependentes de operação manual sobre esses sistemas limita o ganho de eficiência que a automação poderia trazer. A organização fica presa entre dois riscos: o custo e a exposição de uma substituição completa de sistema, e a perda de produtividade de manter processos parcialmente manuais indefinidamente.
Esse dilema costuma se agravar em organizações com múltiplos sistemas legados operando em paralelo, cada um responsável por uma parte diferente do mesmo processo. Quanto maior o número de sistemas envolvidos, maior a resistência a projetos de modernização que dependam de substituição simultânea, e maior também o acúmulo de etapas manuais que poderiam ser automatizadas isoladamente, sem esperar por uma decisão de troca de infraestrutura que pode levar anos para se concretizar.
A Vert Analytics trata esse impasse como um dos principais motivos pelos quais projetos de automação em larga escala não avançam: a decisão costuma ficar paralisada entre substituir tudo de uma vez ou não automatizar nada, quando a alternativa mais eficiente é automatizar em torno da infraestrutura que já funciona. Nascida em Brasília/DF, a empresa hoje atua em escala nacional e internacional, apoiando organizações que precisam avançar em automação sem interromper sistemas que sustentam operações críticas do dia a dia.
O que significa automação ponta a ponta sem substituição de sistemas legados?
Automação ponta a ponta sem substituição de sistemas legados significa orquestrar o fluxo completo de um processo, da entrada de dados à execução final, integrando-se aos sistemas já existentes em vez de exigir sua troca. Isso permite automatizar etapas que hoje dependem de decisão humana, mantendo a infraestrutura legada como parte ativa do fluxo, não como um obstáculo a ser removido antes de começar. A Vert aplica essa lógica de integração de forma consistente, independentemente de quantos sistemas legados distintos estejam envolvidos no processo.
Como o MAIN aplica agentes autônomos a esse redesenho de processo?
O MAIN utiliza agentes autônomos de inteligência artificial que analisam o contexto de cada etapa do processo, tomam decisões dentro de regras de negócio definidas e executam o fluxo completo, integrando-se às interfaces e bases de dados dos sistemas legados existentes, sem exigir migração ou reescrita da infraestrutura em produção.
Essa capacidade é sustentada por uma equipe de mais de 130 especialistas em dados, distribuídos em 6 estados, que, ao longo de 28 anos de história em tecnologia, já entregou mais de 100 projetos de automação a organizações que não podiam interromper sistemas críticos para modernizar seus processos, trajetória reconhecida pelos títulos de SAS Partner of the Year, Cloudera Americas Partner e Great Place to Work por dois anos consecutivos.
Ao automatizar em torno da infraestrutura existente, em vez de condicionar o ganho de eficiência à substituição completa dos sistemas legados, a organização reduz o tempo necessário para colher resultado do projeto de automação e evita o risco operacional de uma migração completa. Cada etapa automatizada passa a funcionar como um módulo independente, o que permite priorizar primeiro os processos de maior volume ou maior custo operacional, sem depender de um cronograma único de modernização para toda a organização.
O que esse redesenho representa para a modernização de processos da organização?
Em última análise, redesenhar processos em torno de sistemas legados muda a forma como a organização enxerga sua própria modernização: em vez de tratar automação e substituição de sistema como uma decisão única e indivisível, a equipe passa a poder automatizar etapas críticas enquanto avalia, no seu próprio ritmo, se e quando uma substituição de infraestrutura fará sentido.
Para organizações que adiam projetos de automação por dependerem de sistemas legados difíceis de substituir, entender como o MAIN aplica agentes autônomos a esse redesenho é um passo direto para transformar infraestrutura antiga em parte funcional de um processo automatizado, em vez de tratá-la como barreira. Conhecer de perto como a Vert Analytics estrutura essa integração é o próximo passo para quem lidera a modernização de processos sem margem para interromper sistemas em produção.